Nos
tempos atuais os seres humanos vivem presos a cabos usb imaginários ligados às
suas córneas, sempre de cabeça baixa ligados em seus aplicativos, mais na
frieza das telas, do que na quentura do relacionamento com o que é
vivo.
As redes roubaram nossa vida em função
dos milhões de dinheiro de alguém que a gente sabe de quem é. Tiraram o
domingo com a família e envenenaram conversas na mesa quando tudo antes era
apenas um grupo de pessoas falando alto sobre os ossos do frango já traçado
rindo sobre coisas do cotidiano familiar.
Nos tempos que as flores morrem de
sede e as crianças de fome, o século da tecnologia tem seu preço a ser pago!
As gerações passavam horas na rua contando
histórias, brincando de inventar, sendo crianças, sendo criativos.
Com os avanços tecnológicos qualquer
plebeu pode reinar, qualquer M² se torna um reino encantado onde toda história
é linda mais não importa o quão maravilhosa foi, ela nunca terá um final feliz.
Não pode ter um final feliz, pois tudo é muito imaginário, tudo é muito de cada
um, todos são sempre melhores que os outros o que gera frustrações
irremediáveis. Neste universo tem uns que falam muito mais na verdade não falam
nada, quem nada fala, é menos ainda.
Redes sociais são mais
viciantes que álcool e cigarro é o que diz
a pesquisa realizada pela instituição de saúde
pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health,
em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. E, dentre elas,
o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à mente dos jovens. O estudo
mostrou que o compartilhamento de fotos pelo Instagram impacta negativamente o
sono, a autoimagem e a aumenta o medo dos jovens de ficar por fora dos
acontecimentos e tendências (FOMO, fear of missing out). Segundo a pesquisa, o
site menos nocivo é o YouTube, seguido do Twitter. Facebook e Snapchat ficaram
em terceira e quarta posição, respectivamente.
Seres humanos gélidos, frios, perdidos,
quanto mais coisas veem menos sabem, ou quanto mais pensam saber mais confusos
estão, iludidos em zero de conexão com o que é vivo! Na rede tudo é
verdade, ninguém é responsável por nada, o que é uma
ameaça maior ainda para a satisfação do usuário, é um sentimento de
inveja, do qual decorrem a frustração, a amargura e a solidão devido ao tempo
de conexão com o mundo do nada.
Não tem cheiro, não te olha nos olhos,
não tem contato.
Parece que a sensação de desconectar-se
é o sentimento de perder alguma coisa.
No lugar onde se vê defeito em tudo,
menos em si próprio!!!
A dependência digital é um transtorno
no qual o indivíduo não consegue ficar longe do computador ou dispositivos
móveis. Existem diferentes manifestações de dependência digital, como:
Nomofobia, uma síndrome na qual a pessoa sente medo de ficar
sem a tecnologia, dependência de computadores, internet, redes sociais e
celular.
Vício em Games, no qual o indivíduo deixa de fazer atividades
diárias para ficar jogando;
Selfiti, uma condição ainda em estudo na qual o indivíduo
apresenta uma compulsão em tirar selfies.
Na verdade, é possível dizer que o
vício em redes sociais ou uma dependência em internet pode ser mais forte do
que substâncias químicas. É o que aponta, por exemplo, um estudo realizado
pela Universidade de Chicago no qual os cientistas descobriram que a
compulsão por redes sociais pode ser mais forte do que cigarros e álcool na
vida de uma pessoa.
Um aspecto interessante, segundo os
pesquisadores é o fato de que uma droga química resulta em consequências
físicas, que são mais facilmente perceptíveis e, portanto, mais fáceis de serem
julgadas. Por outro lado, as redes sociais não causam, na maioria das vezes, um
efeito tão aparentemente tóxico do que um vício em álcool ou cigarro. Porém, justamente
por causa disso que pode ser mais danoso. As redes sociais causam consequências
emocionais, muitas vezes, invisíveis.
Alguns sinais de que você pode estar
viciado em redes sociais:
1- Você
verificar suas redes sociais logo que acorda;
2- Você
relê suas postagens e as verifica em excesso;
3- Você
leva seu celular para o banheiro;
4- Você fica chateado quando não obtém a resposta pela
qual estava esperando;
5- Você
perde a noção do tempo na sua rede social preferida;
6- Você agenda suas postagens;
7- Você questiona suas postagens,
quando elas não atraem atenção;
8- Se você perde o sono pela madrugada procura o
celular para dar uma olhada na rede social;
Do ponto de vista científico,
experiências prazerosas fazem com o cérebro libere dopamina. No caso das redes
sociais o raciocínio é semelhante. O indivíduo publica uma foto ou um texto e
rapidamente recebe um elogio, um emoji ou uma interação que mostre que ele
"acertou" na escolha que fez e é admirado por isso. Logo na sequência
tem-se a sensação de prazer. No entanto, assim como um medicamento, uma bebida
alcoólica ou um cigarro, em um certo momento a sensação de prazer irá passar, e
aí será necessário postar uma nova foto, escrever um novo texto ou ter uma nova
interação com o perfil de alguém.
A Involução Social da geração que nunca
vai se encontrar, simplesmente por não saber que está perdida. A geração 3G
vive tempos que as flores morrem de sede e as crianças de fome, mais tudo
é lindo!!! Noticias em cima das próprias noticias confundem até que sejam
deixadas de ter importância.
A era da tecnologia tem seu preço alto
a ser pago!
Nas classes A e B o
número de gestantes diminuiu em relação aos últimos anos, pois as adolescentes
passam mais tempo postando fotos seminuas do que ficando nuas. Por conseguinte,
os rapazes ''se resolvem'' olhando essas fotos.
Muitos consideram mais prático e até mais higiênico dessa maneira. Já nas classes C e D, a pornografia continua circulando e sendo realizada despudoradamente. E os bebês têm sido gerados tão rápido quanto perfis fakes no abandonado orkut tempos atrás.
Muitos consideram mais prático e até mais higiênico dessa maneira. Já nas classes C e D, a pornografia continua circulando e sendo realizada despudoradamente. E os bebês têm sido gerados tão rápido quanto perfis fakes no abandonado orkut tempos atrás.
Desconectar-se não é perder
nada!!! É preciso entender que todas as pessoas têm problemas e que as redes
sociais são apenas uma versão editada dos fatos que podem ser manipulados.




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