Efeito Placebo no Ego

O “efeito placebo” no ego das pessoas chega a ser insuportável, lógico que o que faz, de nós o que somos, nunca é nada diferente, que a nossa imaginação. Por mera vaidade seguimos modismo de cada temporada, gerando assim o efeito manada, de acreditar que coisas do momento nos fará felizes ou infelizes.


Entenda o Efeito Placebo na Medicina!

O efeito placebo é um fenômeno interessante e poderoso que ocorre quando uma pessoa experimenta melhorias percebidas em sua condição de saúde após receber um tratamento ou intervenção que, na realidade, não possui efeito terapêutico. Essas melhorias não são causadas pelo tratamento em si, mas sim pela opinião do paciente de que o tratamento é eficaz.
Alguns aspectos-chave do efeito placebo nas pessoas incluem:
Crença e expectativa: O efeito placebo é fortemente inspirado pelas opiniões e expectativas do paciente. Quando alguém acredita que um tratamento é eficaz, o cérebro pode liberar substâncias químicas que promovem o alívio dos sintomas.
Variedade de condições: O efeito placebo pode ocorrer em uma ampla gama de condições médicas e psicológicas, incluindo dor, depressão, ansiedade, enxaquecas e até mesmo doenças como o Parkinson.
Mecanismo de ação: Os pesquisadores acreditam que o efeito placebo envolve a ativação de mecanismos naturais de estresse da dor no cérebro, como a liberação de endorfinas, e pode influenciar respostas imunológicas e inflamatórias.
Variações individuais: A intensidade do efeito placebo varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas são mais suscetíveis a ele do que outras, e a resposta placebo pode ser influenciada pela confiança no médico, pelas expectativas culturais e pelo contexto da administração do tratamento.
Ética e pesquisa: O efeito placebo é importante na pesquisa clínica, pois os ensaios clínicos muitas vezes incluem grupos de controle que recebem placebos para avaliar a eficácia de um tratamento. No entanto, a ética desse uso do efeito placebo é um tópico complexo, e os participantes devem ser informados de que podem receber um placebo.
 
A razão pela qual a felicidade inatingível parece ser nossa tendência de acreditar que somente ela é capaz de justificar uma vida bem-sucedida.
No entanto, todos lamentam, mas, paradoxalmente, muitos permanecem convencidos. Convictos hábeis, fazemos de nós o que somos, quando nós mesmo não sabemos o que somos, pelo mesmo motivo insistimos acreditar que tudo é passageiro, que somente com a aprovação dos outros seremos felizes.
Nunca sentimos na vida real a felicidade que acreditamos existir no mundo imaginário.

A crença humana geralmente é justificada pela fachada sorridente dos demais, assim como eles acreditam na nossa. -- A questão da grama do vizinho sempre ser mais verde.
O grande motivo pelo qual a felicidade se encontra somente do lado de lá, está em nossa percepção em achar que a felicidade é a única coisa capaz de justificar uma boa vida. Todos sempre sorrindo e mesmo assim todos sempre infelizes.
Cada vez mais a necessidade em se sentir útil nos consome, para isso o mundo tem criado mecanismos para estimular essa volatilidade da felicidade. Esse mecanismo tem a facilidade de projetar nossas expectativas nos demais, esse é o motivo que somente um lado é feliz. (O lado de lá). Pensamos que só os outros podem ser felizes, como nós gostaríamos de ser, sem pensar que para o outro, os felizes, somos nós.
Nossas distorções imaginarias uma vez refletida, tornam-se verdades na imaginação dos demais.
Se a vida fosse uma peça de teatro o nome seria “olhem para mim idiotas”, ou “ai de nós jumentos do sorrir”, como tema principal, estamos rindo de nós e de como não valemos a pena para nós mesmos, quando somente a realidade dos outros nos vale a pena. E quando a cortina se fecha não conseguimos imaginar que as mesmas mãos que nos aplaudem, são as que querem passar o laço em nossas gargantas.
Ao fim sentimo-nos miseráveis, nossas vidas não valem nada, e qual é a solução?
Viver pela realidade dos demais ou uma peça teatral, pois eles, pelo motivo que for, devem valer alguma coisa. Mas os demais pensam da mesma forma e, assim como nós, não valem nada para si mesmos. Causando um efeito placebo em seus egos, passar o tempo observando a vida de outros vale mais que observar a si mesmo.
Todos Sentem-se miseráveis, mas acreditam que nós somos os felizes:


Se eles vivem para nós, e nós para eles, onde está a felicidade, ou o motivo pelo qual se vive? Está nessa forma de imaginar a realidade sempre voltado para o exterior, como se a felicidade fosse causa externa. Ai de nós, que vivemos tomando doses homeopáticas da felicidade dos outros!
A solidão é insuportável à maioria dos indivíduos, exatamente porque nos revela essa verdade. Revela que a nossa imaginação não nos permite sermos felizes sozinhos. Revela que as mesmas ações que direcionamos aos demais, pensando que isso os torna felizes, quando direcionadas a nós mesmos, não nos trazem felicidade alguma.
Quando o efeito passa o círculo se rompe e encaramos a realidade do porque não conseguimos nos enganar sorrindo para nós próprios ou de nós mesmos. O mundo cai em nossas cabeças como uma prova de que não somos felizes, de que a felicidade é um mito ou de que o efeito do nosso tranquilizante já passou, então é melhor eu focar na tela e curtir meu canto sombrio onde todos são infimamente felizes e eu posso mentir para mim e para todos que acreditam que a felicidade está em mim.

E quando a energia acaba é difícil acreditar que estou ao relento em um lugar sombrio sem ter para onde ir! Nesse momento só eu sei o que há por traz do silencio que antecede o estalo do despertar, que a verdade me condena a solidão.  
Sorria, idiota, sempre sorria!!!

A luz da verdade sempre traz a solidão.


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